Um blog de raiz
7 Jul 2008
Cá estou eu, falando a uns cinco minutos com “a atendente virtual” da minha operadora de celular, a Oi (sem link que eles não estão merecendo), sem conseguir acessar a opção que desejo: falar com um atendente humano!
Recarreguei meu celular desde o dia 1 e até agora meus bônus da promoção ligador ainda não foram creditados.
Além disso, a Oi parece não estar suportando a demanda, pois o que mais aparece no visor do meu aparelho é “rede ocupada”.
Vamos ver até onde vai isso..
Update: 25 minutos depois, consegui falar com um ser humano. Ele me esclareceu o porquê dos bônus não terem chegado (foi lambança minha, reconheço). Isso quer dizer que este mês vou ligar pouquinho e só em casos de emergência.
Porém, toda essa demora para ser atendido ouvindo uma voz (irritante) gravada só me faz ter um certeza: o mundo vai mesmo ser dominado pelas máquinas - e a coisa pelo visto já começou!
27 Jun 2008
Vi lá no jornal da globo: a partir de
Essa foi a decisão tomada pela ICANN – Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ou, traduzindo, Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números).
Mas o que é a ICANN?
Segundo o órgão, em sua página oficial, A ICANN é responsável pela coordenação global do sistema de identificadores exclusivos da Internet. Entre esses identificadores estão nomes de domínio (como .org, .museum e códigos de países, como .UK) e os endereços usados em vários protocolos da Internet. Os computadores usam esses identificadores para se comunicarem entre si pela Internet. O gerenciamento cuidadoso desses recursos é vital para a operação da Internet, de modo que os participantes globais da ICANN se encontram periodicamente para definir políticas que garantam a segurança e a estabilidade constantes da Internet.
Mas o que chamou a atenção foi a proibição do uso do domínio .xxx por empresas que promovem/produzem a pornografia.
A ICANN, muito preocupada com a moral e os bons costumes na internet, acha que a simples supressão do domínio .xxx terá algum impacto na gigantesca e rentável indústria da pornografia na rede?
Acredito que a idéia foi a de controlar mais esse tipo de sites (e concordo que eles devam ter algum tipo de controle, sim). Mas proibir o uso de um domínio que iria identificar mais claramente o tipo de conteúdo que o site apresenta é a solução? E os milhões de domínios .com ou .net que são portais de pornografia na rede e que a ICANN não controla ou regula?
Agora, que vai ser legal assistir de camarote as bilionárias e titânicas pelejas para a aquisição de domínios, ah, isso vai!
14 Jun 2008
Em dezembro do ano passado, Ana Maria Braga usou um iPhone, habilitado pela TIM, ao vivo, em seu programa Mais Você, para mostrar suas fotos de uma viagem à Argentina.
Esta semana, na novela A Favorita, os guarda-costas da personagem Donatella {Cláudia Raia}, seguiam Flora {Patrícia Pillar} através de GPS usando um notebook Asus EeePC branco; só vim perceber isso no capítulo de hoje, quando achei familiar o tamanho do equipamento que um dos seguranças segurava em uma mão . Logo em seguida, um close no notebook mostrou a logo da Asus.
São os gadgets objetos de desejo de todo geek dando as caras no horário nobre…
Sphere: Related Content10 May 2008
Admirável Mundo Novo
Corria o ano de 1980 e alguma coisa. Eu tinha dezoito anos, trabalhava num banco privado, havia conseguido escapar do serviço militar e toda a minha grana era prá comprar discos, quadrinhos, roupas e sair com os amigos prá me divertir – nessa ordem de prioridades.
Foi nesse período que o rock nacional deu um upgrade e os ingleses cometeram a chamada “segunda invasão mundial”: Smiths, Cure, Simple Minds, U2, Felt, Durutti Column, Bauhaus, Joy Division, Cocteau Twins…{“Heaven knows i’m miserable now” , dos Smiths, foi meu hino durante muito tempo}
Com tanta novidade, corri prá conseguir informações sobre aquelas bandas. Pena que não tinha Google naquela época (bem, não tinha nem internet naquela época) .
A primeira coisa que li sobre os ingleses (e sobre os brasileiros também) foi na primeira encarnação da revista Bizz, da qual virei assinante. Comprava também a revista Roll, que era mais pobrinha visualmente, mas que algumas vezes chegava a superar a concorrente de luxo no quesito “qualidade” de suas matérias.
E tome informação nova. Bandas das quais nunca tinha ouvido falar, muito menos ouvi um acorde sequer; resenhas sobre discos clássicos de artistas que ainda estavam ativos, como David Bowie, Talking Heads, Jethro Tull e por aí vai.
O problema é que parte desse material clássico e/ou de novidades não chegava ao país com tanta facilidade naquele período; e quando acontecia, geralmente era a preços nada convidativos.
Resultado: tenho uma boa leva de discos em vinil daquele período, mas fiquei chupando dedo e deixei de conhecer muita coisa boa que as revistas indicavam.
Quando a novidade do compact disc aterrisou por aqui, pensei: agora eu tiro o atraso!
Pois bem: até que chegaram alguns daqueles discos tão alardeados pelas revistas dos anos 80/90. Só que, mais uma vez, os preços não eram nada convidativos.
Quando estourou a onda da pirataria, fiquei com o pé atrás. Queria os discos originais, com encartes e tudo o mais.
O problema é que às vezes eu economizava uma grana e comprava um cd original e então tcharam!!!! – o encarte era pobre, não vinha com as letras, nem fotos decentes, nem nada. Pô, então, qual era a vantagem de comprar o cd original?
Cd original do Pearl Jam…
…e cadê as letras e fotos?
Mesmo assim resisti, acreditando que as coisas iriam mudar. Tanto que os únicos discos piratas que tenho daquele período comprei para os meus filhos, que ficavam me enchendo: uma coletânea dos Guns’n’Roses, outra do Nirvana e uma daquelas da Globo, Classic Metal 2 (er…bem, essa eu comprei prá mim só por causa de “Breaking all the rules”, do Peter Frampton).
Genérico do Guns - Greatest Hits
Então, os mp3 da vida deram o ar de sua graça. E, apesar de ter resistido por muito tempo, minha paixão pela música falou mais alto… (more…)
Sphere: Related Content16 Apr 2008
Nos dias 23, 24 e 25 deste mês vai acontecer o II Encontro de Software Livre de Pernambuco, no Bloco “B” da Faculdade Maurício de Nassau, que fica situada na Rua Guilherme Pinto, 400, Derby.
Segundo o site do evento
“o Encontro trará debates a respeito do desenvolvimento, compartilhamento e propagação destes softwares, além de minicursos, exposições de painéis e apresentação de trabalhos técnicos e acadêmicos.
A organização estima que cerca de 800 pessoas participem do Encontro e ajudem a difundir o Software Livre {SL} nos âmbitos acadêmicos, empresariais, governamentais e sociais.
O objetivo geral do Encontro de Software Livre de Pernambuco {ESLPE} é propagar as práticas de desenvolvimento colaborativo e de garantia ao acesso à produção do conhecimento no estado de Pernambuco, além de difundir a cultura do Software Livre e a sua importância social.“
Alguns temas que me interessaram {vou tentar ver todos, caso os horários - que não foram divulgados - não entrem em conflito}:
Acessibilidade, Inclusão Digital e Tecnologias Assistivas com Software Livre Gerando lucros com Software Livre
Migre sem risco para Software Livre
Gerenciamento de Conteúdo com o Drupal
Cultura Livre: o que existe além do Software
Ubuntu e a Comunidade
Web 2.0 - Novos conceitos e tecnologias livres
As demais palestras são mais voltadas para um público especializado.
Quanto aos minicursos, estão sendo anunciadas seis opções, a maioria para um público bem específico, como Shell-Script, Desenvolvendo em LAMP e Ajax - Técnicas e ferramentas open source para melhorar a experiência do usuário na Web.
Para um iniciante entusiasta como eu, apenas o Conhecendo o Linux - Equipe Mandriva 2008 me pareceu mais acessível, embora tenha ficado interessado em dar uma olhada no curso Instalação e administração básica de Debian GNU/Linux.
Para saber mais sobre o Encontro e ver a programação completa, é só acessar o site oficial do evento.
A gente se vê por lá.
Sphere: Related Content31 Mar 2008
“Sentado em um aeroporto, começando a ficar realmente aborrecido com o Windows Vista em um laptop. Isto não funciona — eu estou cansado de esperar segundos para que as coisas apareçam na tela, de esperar meio minuto ou mais para que algo aconteça imediatamente. O pobre do computador obviamente não pode rodar o Vista, e o autor não está impressionado como um monte de coisas que eram fáceis no XP ficaram mais difíceis…”
É assim que o escritor Neil Gaiman {Sandman, só pra ficar na obra-prima} começa seu post de hoje no seu blog Neil Gaiman’s Journal – blogando de um Panasonic W7.
Como já tinha se queixado num post anterior, Gaiman termina:
“Algumas pessoas me escreveram dizendo que eu deveria instalar memória extra, e eu posso, mas é mais provável que eu escolha entre essas duas alternativas a} digo ‘está morto e enterrado’ e pego um Airbook. É mais pesado que o Panasonic W7 e não tem um drive ótico, mas tem um sistema agradável e que funciona ou b} mantenho o computador e passo para um Linux Ubuntu.
Minha outra solução seria advertir a muitas pessoas que lêem este blog que evitem o Windows Vista.”
Leia o post original aqui.
Fonte: Neil Gaiman’s Journal.
29 Mar 2008
Enquanto estou pesquisando para comprar o meu EEE PC pelo melhor preço, já tem gente imaginando como serão os notebooks daqui a alguns anos.
Num exercício de futurologia, a ComputerWorld pediu a alguns designers e engenheiros uma visão de como serão os notebooks daqui a sete anos. E aí, preparado para conhecer as máquinas que vão ser o hype em 2015?
Vejam, a seguir, os conceitos:
COMPENION
O notebook tem tela de 11 polegadas. No entanto, a tampa superior também é uma tela. Deslizando a mesma, o Companion fica com 16 polegadas de tela sensível ao toque.
CANOVA
O Canova abre mão do teclado mecânico e traz duas telas sensíveis ao toque. Mudando de posição, ele vira um e-reader. Gostei. Quero um desses prá mim {assim que ele ficar mais fininho…}
SIAFU
Um notebook para deficientes visuais, que transforma o que apareceria na tela em imagens com relêvo, para leitura com as mãos. Conceito inovador e visual digno de filmes de ficção-científica.
CARIO
O Cario pode ser apoiado numa mesa ou acoplado no volante de um carro. Quando o automóvel pára, ele pode projetar o que está aparecendo na tela no pára-brisas. Como podemos perceber, parece que o fim do teclado mecânico está próximo.
NOTEBOOK COM BATERIA SOLAR
Olhaí o primeiro notebook verde {de verdade}. Vai fazer sucesso, com a atual preocupação com o futuro do planeta {já tava na hora}.
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26 Mar 2008
Em janeiro deste ano, coloquei um post indignado comentando o preço absurdo do Asus EEE PC aqui em Recife – exorbitantes R$ 1.699,00 e disponível em apenas uma loja!
Dois meses depois, o bichinho da Asus ampliou sua presença e já é possível encontra-lo em seis lojas da cidade.
A boa notícia é que o preço também está caindo e a briga tá boa. Na diferença entre o mais caro e o mais barato, você pode economizar R$ 300,00!
Então, em mais um serviço de utilidade pública do Macaxeira Geral, vamos aos preços, começando do mais caro:
Sphere: Related Content14 Jan 2008
Como um autêntico geek descapitalizado, tenho pesquisado muito para poder encontrar um notebook que caiba no meu orçamento. As máquinas do sonho estão longe do meu alcance – por isso que são sonho. Outras, apesar do preço competitivo, ainda não atendem aos meus anseios.
Na verdade, queria outro computador, pois dividir o único da casa com as crianças está complicado. Mas ao invés de outro desktop, tenho pensado num notebook, pelo fato da mobilidade permitir que eu o use em qualquer lugar da casa – levar ele para a rua está fora de cogitação: não tenho carro, não vou querer arriscar uma coisa cara dessas num busão.
Quando ouvi as primeiras notícias sobre o Eee PC, mini notebook da Asus, fiquei animado. Bonitinho, leve e barato. Todo mundo na blogosfera começou a ficar animado, li posts ansiosos, etc. e tal.
Mas depois veio a questão do preço: por 1.099,00 reais (preço sugerido) o bichinho ficou caro; melhor juntar um pouco de grana e comprar um notebook mais completo. Mas talvez, por um preço menor, o mini da Asus pudesse ser aquele que eu levaria para a rua, pelo tamanho diminuto e por não chamar a atenção.
Recentemente, Eric Lai, da ComputerWorld, passou um mês usando o Eee e apontou 3 pontos positivos e 6 negativos do bichinho. Resumindo a opinião do cara:
Positivos:
- o Eee PC pode se transformar num modesto desktop;
- você não sente falta do Windows XP nem do Office;
- o teclado é pequeno mas tem seus atrativos.
Negativos:
- o teclado é muito pequeno;
- o tempo de vida da bateria é medíocre;
- a tela é muito pequena;
- a webcam e o microfone são fracos;
- não foi possível configurar a impressora
E, pouco tempo atrás, o site Guanabara Info fez um review em vídeo do brinquedinho.
Pois bem: sábado passado (dia 12/01), fui comprar minha impressora laser numa loja de informática da zona sul e me deparei com um Asus preto, de 4GB. O bichim é bunitim mesmo. Testei o danado e confesso que gostei (até discordo de algumas coisas que o Eric disse: o teclado tem um tamanho bom, dá prá digitar sem problema; o tamanho da tela também não é tão ruim - gostei da nitidez; a webcam não chega a ser tão sofrível assim).
A vendedora me falou que ele foi testado em várias impressoras e funcionou em todas.O que testei estava rodando um XP sem problemas ou engasgues.
o bichim é realmente apaixonante.
Só fiquei triste com o preço: R$ 1.699,00!!!!!
Quando eu falei que estava muito caro, que o preço sugerido era de R$ 1.100,00 e que, quando ele começar a ser fabricado por aqui vai custar em média uns R$ 800,00, ela nem argumentou, tentou mudar de assunto - foi aí que eu percebi que tinha um tiozinho do lado, com outra vendedora, fazendo mil perguntas, virando o mini de cabeça prá baixo…e práticamente fechando negócio.
Resumo da ópera: quando (e se) ele baixar para menos de mil reais, vai se tornar uma excelente alternativa como segundo notebook.
Mas do jeito que vai, prefiro continuar minhas pesquisas atrás da máquina dos sonhos.
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6 Nov 2007

Acabou o mistério!! Depois de tantas especulações, o esperado GPhone do Google não é um aparelho móvel, e sim um…software - e gratuito!!!! Conforme anunciado ontem, com o tradicional bom humor, pela empresa, a plataforma de software opensource para telefonia móvel se chamará “Android” {nome da empresa que estava desenvolvendo o software e foi - adivinhem - adquirida pelo Google}; e Andy Rubin, Diretor de Plataformas Móveis, pediu aos desenvolvedores uma semana para apresentar o primeiro SDK - e aos consumidores, pediu um pouquinho mais de paciência, pois os parceiros da empreitada só prevêem o lançamento dos primeiros aparelhos com o Android para a segunda metade de 2008.
Entre esses parceiros - 34 ao todo, chamados por Rubin de Open Handset Alliance - estão gigantes como os fabricantes de aparelhos LG, Samsung, Motorola e HTC ; empresas de telefonia móvel como a gigante ChinaMobile, a Telecom Itália e a “nossa” Telefônica; a eBay, dona do Skype; Sirf, maior fabricante de chips GPS do mundo, além da NVidia, Intel, Texas Instruments e por aí vai…
Parece ou não parece o início da dominação mundial?
Glenn Fleishman, do site tidBits , escreveu um abrangente e interessante artigo sobre o que esperar do Android - com destaque para a comparação entre o iPhone e o GPhone, onde ele dá ênfase às amarras da Apple no desenvolvimento de aplicativos e à provável liberdade que o Android trará aos desenvolvedores parceiros e os riscos que essa liberdade trará.
Outro texto que merece uma lida é o do New York Times, escrito por Miguel Helft e John Markoff.
Passada a expectativa do que seria anunciado no dia 05/11, acredito que não há sentimento de frustração, até porque muita gente não acreditava que o Google fosse lançar um aparelho celular - eu pelo menos não esperava; na verdade, o anúncio de uma plataforma para telefonia móvel baseada em Linux e Java, e componentes opensource é muito mais ousada do que o lançamento do esperado aparelho. E com todos esses parceiros de peso assinando em baixo, dá prá ver que a coisa é séria.
Nesse sentido, todas as atenções se voltam agora para o próximo dia 12/11, data prometida pelo Sr. Rubin para o primeiro SDK. Vamos aguardar para ver no que dá.
Ah, e não deixem de ver o divertido vídeo If I had a magic phone, no blog oficial do Google, logo após a apresentação de Andy Rubin.
fontes: TidBITS, NYT e Blog Oficial do Google.
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