Macaxeira Geral

Um blog de raiz

Arquivo de August de 2008

O Orkut é a Web 2.0 das massas

Mapa da Web 2.0, elaborado pela Future Exploration Network

Mapa da Web 2.0, elaborado pela Future Exploration Network

Uma das coisas que tem me fascinado no mundo da tecnologia é a chamada Web 2.0.

Tenho lido e pesquisado tanto sobre cloud computing, redes sociais, blogs, wikis e afins que me senti tentado a dividir o pouco que aprendi com outras pessoas, com o objetivo de catequizar mesmo.

A oportunidade surgiu durante uma semana de mini-cursos na faculdaded onde leciono. Fui “intimado” a participar, já que nas duas edições anteriores tinha ficado de fora.

A primeira coisa que veio à mente foi: WEB 2.0!

Com o pomposo título de “Web 2.0: você está preparado para a internet do século XXI?”, o mini-curso tinha como meta apresentar os conceitos básicos sobre blogs, wikis, redes sociais e afins.

Eu sabia que ao perguntar sobre redes sociais, o Orkut ia ser unanimidade em conhecimento e utilização; mas achei que talvez alguém conhecesse coisas como o Google Docs e blogs, por exemplo.

Aí veio o susto!

Ninguém sabia absolutamente nada sobre essas coisas. Quer dizer, um ou outro aluno conhecia o MySpace e tinha ouvido falar do Facebook e do Hi5. Blogs? Boa parte sabia o que era, mas tinha gente que nem sabia o que era.

Minha apresentação foi no GoogleDocs, que eles acharam muito útil e interessante. Também ficaram interessados no Ning e no Remember The Milk.

Como calculei mal as horas necessárias para apresentar o conteúdo (e os micros do laboratório de informática tiveram um pequeno probleminha), não deu para falar mais sobre blogs.

Bem, o que ficou dessa experiência?

Minha opinião é que esses recursos, assim como os blogs, ainda são sistemas fechados em si, sendo conhecidos e utilizados apenas por nichos, preferencialmente aqueles com perfis mais voltados para o universo geek e/ou que trabalham com tecnologia.

Assim como blogs são lidos com qualidade, na maior parte dos casos, por blogueiros, a Web 2.0 só é conhecida por gente do ramo.

O que é uma pena, pois um potencial enorme está sendo desperdiçado, principalmente na área de educação, mas também no quesito empregabilidade e networking, fundamentais para quem está numa faculdade.

Enquanto professores e instituições não tomarem conhecimento desses recursos e os utilizarem dinamizando assim o ensino, os mesmos ficarão restritos a uma tribo.

Bem, estou fazendo a minha parte. Numa das disciplinas que estou lecionando neste semestre (Comunicação e Expressão), a ementa exige que ser faça uma abordagem sobre “novos meios de comuniação da atualidade (blogs, fóruns, chats…)”.

Bingo!

Criei um blog para a disciplina. Vou apresentar coisas como o Ning, o Plaxo e o Remember The Milk. Vamos criar blogs como projetos de conclusão da disciplina. O GoogleDocs está na pauta de uma aula.

Os alunos? Bem, até o momento, alguns estranharam, outros ficaram interessados, outros indiferentes. Normal.

Espero que dê certo. Vou postar aqui o que de mais interessante for acontecendo e ao final de tudo, farei uma análise dos resultados.

Se pelo menos, ao final da disciplina, um aluno entrar na Web 2.0 prá valer, já me darei por satisfeito.

Não é de grão em grão que a galinha enche o papo?

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Domingo XI: olimpíadas

Acabou.

Todo o mundo se despede de Pequim e das Olimpíadas 2008. Os chineses souberam fazer uma das mais bonitas sedes das olimpíadas de todos os tempos. O Cubo d´Àgua e O Ninho de Pássaro marcaram para sempre as imagens dos jogos.

Pena que nada mudou naquele país depois de um evento desse porte. Na verdade, não mudou nem durante, apesar de todas as promessas feitas pelos organizadores da festa.

Vão continuar as censuras à liberdade de expressão e à internet; vão continuar a assustadora poluição e a mão-de-ferro do regime chinês; vai continuar a opressão ao Tibet.

Mas ninguém quer mexer com a China. Forte aliada comercial. Fornecedora de mão-de-obra barata (escrava?) para as grandes indústrias do planeta, que fazem vistas grossas ao gritante desrespeito aos direitos dos trabalhadores.

Mas ninguém nem taí - nem a gente, né? E tome produto Made in China na mão de todo mundo…

Além disso, todo mundo tem medo da China por causa da sua população. É gente demais! Vai que a gente irrita muito eles e todos decidem pular ao mesmo tempo e tirar a Terra da sua órbita? Ou, como diz a Mafalda, logo abaixo:

Prá nós, brasileiros, foi decepção atrás de decepção. E olha que estou falando só daqueles esportes que eram favoritos.

Ficamos com menos medalhas, comparando com os jogos de Atenas. Mas segundo o presidente do Comitê Olimpíco, este ano enviamos mais atletas, em mais modalidades, o que mostra uma evolução. Mesmo?

E o Brasil quer sediar os jogos de 2016. Se não tiver investimento, vamo é passar vergonha em casa. Sei não, é melhor deixar prá lá. Vejam só a Inglaterra: terminou em quarto lugar. Quer apostar que ela vai brigar prá ficar mais um cima quando tiver jogando em casa?

Bem, fiquei cansado de tanto ver gente correndo, nadando, pulando, brigando e caindo de bunda.

Até 2012.

Pros normais, até amanhã.

Tenham uma boa semana.

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Érico Veríssimo

Estava arrumando a bagunça que normalmente é o meu quarto (gibis, cd’s, dvd’s, livros, revistas e o escambau, para desespero da patroa) quando reencontrei um pequeno grande livro, que achava ter perdido no limbo: Noite, de Érico Veríssimo.

Foi aí que bateu uma saudade.

Érico Veríssimo foi o “companheiro literário” mais presente durante um período da minha vida: final dos anos 1980, recém empossado num emprego público federal, com duas horas de almoço prá gastar e sem nada prá fazer nesse tempo.

Foi quando descobri que, como funcionário, podia me cadastrar nas bibliotecas da universidade e retirar livros. Pronto!

Foi o período em que mais li na minha vida: de 1989 até 1992. Tinha dias em que eu praticamente engolia a comida e ia correndo para a biblioteca central para escolher os livros que ia ler durante a semana. Na época, fiz uma relação de quantos livros li nesse período, mas a perdi. Não me lembro mais quantos foram. Só sei que foram muitos.

Entre todos, o autor que mais me marcou foi Érico Veríssimo. Já tinha ouvido falar dele e de seus livros. A biblioteca tinha todos. Por qual começar foi a grande dúvida.

Aí, esse livro aí em baixo chamou minha atenção pelo título:

Solo de Clarineta, em dois volumes, é a autobiografia do escritor. Gostei muito do título, achei poético. Decidi começar por ele.

Como diz outro querido escritor, Manuel Bandeira, foi um alumbramento! Li rápido e em poucos dias, já pegava a segunda parte, que devorei igual à primeira. E foi aí que me apaixonei pelo autor.

Então, decidi seguir suas obras pelo ano de publicação: Clarissa, Caminhos Cruzados, Música ao Longe, Um Lugar ao Sol e Olhai os Lírios do Campo.

Decidi pular Saga e parti para aquela que é, para mim, sua obra-prima, um dos maiores romances da literatura mundial: O Tempo e o Vento.

Composta por três partes (O Continente, O Retrato, O Arquipélago), distribuídas em sete livros, a saga conta a formação do Rio Grande do Sul através da história da família Terra Cambará.

Cheia de personagens emblemáticos e marcantes como Ana Terra, Capitão Rodrigo, Bibiana Terra, Floriano Cambará, a saga foi publicada de 1949 a 1962.

Veríssimo é um escritor raro, daqueles que conseguem prender o leitor desde a primeira linha.

Ao ler suas descrições de batalhas, diálogos, paisagens e personagens, era como se eu estivesse vendo um filme na minha cabeça, tamanha a riqueza de detalhes. Dava para escutar os sons, sentir os cheiros; ficar com fome numa cena de banquete ou com sede durante uma reunião de amigos bebendo cerveja (que foi resfriada no fundo de uma cacimba).

Apesar da imensidão da obra, em nenhum momento ela se torna cansativa, entediante ou desinteressante.

O Tempo e o Vento merecia virar um filmaço daqueles - ou uma graphic novel em vários capítulos!

Vou correndo reler Noite. Qualquer dia, escrevo uma resenha sobre essa fantástica novela, uma obra gigante contida num…livrinho.

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Galvão Bueno, o nosso filósofo olímpico!

Será que ele tá qurendo mandar algum recado pro Dunga?

Essa devia ir pro pódio das frases olímpicas: “O bronze é importante porque vem de uma vitória, enquanto a prata é resultado de uma derrota.“, disse o oráculo esportivo brasileiro Galvão Bueno, em algum momento durante a transmissão da vitória do volley feminino, hoje pela manhã.

Isso só vem confirmar o que os meninos do Bronze Brasil 2008 têm falado tanto: que nossas medalhas de  bronze valem ouro!

Para baixo e avante, Brasil!

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Pode parecer óbvio, mas eu só vim perceber isso hoje: quando um país é escolhido para sediar as olimpíadas, se esforça para não fazer feio no quadro de medalhas.

Vejam o exemplo da China, que de um quarto lugar em 1996 pulou para o primeiro lugar no quadro de medalhas nos atuais jogos.

Como as próximas olimpíadas vão acontecer na Inglaterra, fui dar uma olhadinha no desempenho da terra da rainha nestes últimos vinte anos (1988-2008 = cinco olimpíadas).

1988 - Olimpíadas de Seul, na Coréia.

A Inglaterra ficou na décima segunda colocação. Nosso Brasil, em vigésimo-quarto. Observem a Coréia, país-sede, na quarta colocação. A Espanha, sede das olimpíadas seguintes, ficou na vigésima-sexta posição.

1992 - Olimpíadas de Barcelona, na Espanha.

Lá está a Inglaterra, caindo uma posição e ficando em décimo-terceiro lugar. O Brasil? Também caiu uma posição, ficando na vigésima-quinta. A Espanha subiu vinte posições, ficando em sexto lugar!

1996 - Olimpíadas de Atlanta, EUA

A Ingalterra despencou para a trigésima-sexta posição. O Brasil manteve a posição conquistada em Barcelona. Lógico que o primeiro lugar ficou com os donos da casa.

2000 - Olimpíadas de Sidney, Austrália

Olha a Inglaterra subindo vinte e seis posições e terminando os jogos em décimo lugar! A Austrália, país-sede, ficou em quarto. O Brasil, em sua pior posição nos jogos até hoje, caiu para a quinquagésima-terceira colocação!

2004 - Olimpíadas de Atenas, Grécia

A Inglaterra manteve a décima posição. A Grécia, país-sede, ficou numa inédita décima-quinta colocação e o Brasil fez a sua melhor participação em Olimpíadas no período: décima-sexta posição!

2008 - Olimpíadas de Pequim, China

Olha onde a Inglaterra está: na terceira colocação! Subiu sete posições! Alguém aí duvida que em 2012 ela vai estar brigando pau-a-pau com os Estados Unidos e a China pelo primeiro lugar no quadro de medalhas?

Outra coisa: depois que sediou os jogos em 2000, a Austrália não deixou cair a quarta posição que conquistou em casa.

Fica a pergunta que não quer calar: se for sede dos jogos olimpícos em 2016, será que o Brasil vai conseguir melhorar a sua participação no evento?

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Beijin, Beijin, pau, pau!

Beijin, Beijin, pau, pau!

Hoje pela manhã cheguei ao trabalho e na portaria do prédio se amontoavam dezenas de alunos ao redor de uma tv de 14 polegadas, controlada pelas vigilantes. Rolava Brasil x Argentina, dez minutos do primeiro tempo.

Encostei no balcão, vi alguns minutos e falei: “O Brasil vai perder. Esse timeco não ganha da Argentina.”

Caras feias para o meu lado; uma das vigilantes reclamou: “Pára de agourar, vira essa boca prá lá!”

Fui para meu curso de capacitação. Quando voltei, o jogo já estava nos finalmentes. 2 a 0 pros Hermanos. Foi o tempo de ir beber uma água e pimba! - já tava 3 a 0.

Olhei para a vigilante: “Eu não falei?”

“Tio, diz aí os números da mega-sena!”

Não é questão de adivinhação, é uma questão de bom senso. A seleção de Dunga sempre foi patética e esse resultado vinha sendo desenhado faz tempo. Melhor ter acontecido agora pois ainda dá tempo de arrumar até a copa do mundo.

Espero que Dunga tenha a decência de pedir demissão depois de ganharmos o bronze (será que vai?).

Bem, pelo menos há um consolo: enquanto a Argentina não vai prá decisão com a Nigéria, o Brasil está a frente dos hermanos no quadro de medalhas!

É só rezar prá Argentina perder da Nigéria...

É só rezar prá Argentina perder da Nigéria...

Dá-lhe, Brasil-sil-sil-sil!!!!!!

Como já disse o excelente blog Bronze Brasil, no bronze a gente é ouro!

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Faculdades Privadas: dicas para escolher a sua.

O cenário da educação superior no Brasil começou a mudar quando, no final da década de 1990, faculdades privadas de pequeno e médio porte entraram de vez no mercado.

Num contexto onde as únicas alternativas para se ter um curso superior eram as concorridas universidades públicas (federais e estaduais) ou as instituições privadas tradicionais, a chegada dessas faculdades trouxe novas oportunidades para aqueles que não conseguiam acesso àquelas instituições tradicionais.

Logo, como era de se esperar, o mercado se expandiu e houve uma overdose de faculdades. Para exemplificar, só aqui, na Região Metropolitana do Recife/PE, são 20 novas instituições, surgidas a partir do início dos anos 2000.

Com tantas alternativas, e com a crescente guerra de preços entre estas instituições para atrair novos estudantes, quais as características que devem ser observadas antes de se escolher uma instituição de ensino superior, onde você vai passar, no mínimo, quatro anos?

Veja, a seguir, algumas dicas para se orientar diante desse mar de ofertas:

- Para começar, você precisa saber como a faculdade se saiu nas avaliações realizadas pelo Ministério da Educação. Para isso, acesse o site do INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, procure a instituição pela qual você tem interesse e veja os resultados que ela obteve no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que foi instituído a partir de 2004. Complemente as informações com uma visitinha ao site do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior-SINAES. A diferença básica entre os mesmos é que o ENADE apresenta os resultados da avaliação dos alunos, enquanto que no SINAES são mostrados outros dados, como estrutura física, estrutura curricular e qualificação do corpo docente. Atenção: com relação as notas do ENADE, cautela: procure saber se os alunos fizeram o exame direitinho ou se eles boicotaram - essa atitude normalmente joga a nota do curso/faculdade para baixo;

- Acesse o site da faculdade e veja se o mesmo apresenta informações relevantes, como: reconhecimento dos cursos pelo Ministério da Educação, grade curricular detalhada (semestre a semestre) e duração do curso, horários, quadro de docentes (se o currículo lattes dos mesmos estiver acessível, melhor ainda) e regime de aprovação (que diz qual a média mínima para aprovação nas disciplinas). O site é o cartão de visitas da instituição e essas informações devem estar acessíveis logo na página principal;

- Ainda no site, preste atenção também em quesitos como: Missão, Projeto Pedagógico, infra-estrutura, mensalidades e as formas de contato com a instituição/curso (telefone, e-mail, formulário de contato, chat, etc);

- Gostou do que viu até agora? Então, vá conhecer a faculdade de perto! Agende uma visita e conheça as instalações administrativas, as salas de aula, laboratórios, biblioteca. Verifique a acessibilidade e os serviços oferecidos (estacionamento, lanchonetes). Se vai estudar à noite, verifique se o local é iluminado, se há transporte público por perto e como a instituição garante a segurança dos seus alunos;

- Converse com as pessoas! Prá começar, conheça o coordenador do curso que você pretende fazer. Pergunte sobre detalhes como regularidade da grade curricular (para evitar ter que pagar mais disciplinas após retornar de um trancamento de matrícula, por exemplo), critérios e prazos de trancamento de matrícula, aproveitamento de disciplinas (caso você esteja trocando de instituição), descontos, bolsas e programas como monitoria (onde o aluno com bom aproveitamento em uma disciplina auxilia o professor nas atividades acadêmicas), visitas técnicas, aulas práticas…

- Veja se a faculdade tem um centro acadêmico e converse com o representante do corpo discente (alunos): ninguém melhor do que eles para apresentarem mais detalhes sobre a instituição, como é o diálogo com a coordenação e a diretoria, se existe uma empresa júnior.

Bem, após verificar tudo, não decida ainda: repita o processo em pelo menos mais uma instituição, do mesmo porte, para comparar o que elas oferecem.

Não se deixe levar pelas propagandas de tv e anúncios bonitinhos nos jornais e revistas. Escolha com responsabilidade. Educação é uma coisa séria e você tem que fazer a escolha certa, para não perder tempo e se arrepender depois. Afinal, o que também está em jogo é o seu futuro profissional.

Para saber mais:

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP = Informações sobre o ENADE e o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES)

Secretaria de Ensino Superior - SESu/MEC = Secretaria do Ministério da Educação responsável pelo ensino superior no Brasil.

Plataforma Lattes = base de dados de currículos e instituições das áreas de Ciências e Tecnologia. Aqui, você pode acessar o currículo lattes de qualquer docente, fazendo uma busca pelo nome.

Onde estudar? = Está em Pernambuco? Veja nesta página do portal Pernambuco.com informações sobre 45 instituições de ensino superior do Estado, com localização, telefones e endereço dos sites.

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Sketch Swap: trocando desenhos feitos com o mouse

Gosta de desenhar com o mouse? Quer conhecer ilustrações de outras pessoas, de todas as partes do mundo, também feitas com mouse?

Então, você precisa conhecer o Sketch Swap, uma idéia muito interessante prá quem é viciado em desenho.

Funciona da seguinte maneira:

você acessa o site, rabisca lá sua arte e clica em “enviar desenho”.

Em seguida, você recebe um desenho, que vai surgindo na tela aos pouquinhos, com se estivesse sendo feito naquele momento.

Veja só o desenho que enviei:

Desenho que enviei

Desenho que enviei (é, eu estava um pouco estressado...)

E logo abaixo, o desenho que recebi:

"Nós não vimos seu gato. Não me pergunte de novo!" - eca!

"Nós não vimos seu gato. Não me pergunte de novo!" - eca!

Bem legal, não? O interessante é que você nunca sabe o que vai receber em troca e esse é o lado divertido da história.

Experimente também!

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Procura-se homem bem sucedido…

Uma das coisas que mais detesto é quando esqueço (ou quando as crias “pegam emprestado”) o meu X-Micro em casa e tenho que ir ao trabalho escutando a programação das rádios locais nos falantes do ônibus .

Quando o motorista tem bom gosto (caso raro), sintoniza na Rádio Tribuna ou na Antena 1, que embora toquem muita música velha (standards do pop internacional e da mpb oitentista), é melhor do que aquelas que tocam “músicas” que me tiram do sério, como forró eletrônico, calipsos da vida e porcarias similares.

Ontem, voltava do trabalho no final da tarde e o rádio do ônibus estava tocando um daqueles programas de música romântico-brega que também servem como agência sentimental, com recados de ouvintes se oferecendo ou procurando um amor eterno…

Mas o que chamou a minha atenção foi um detalhe nos pedidos: “Fulana, 32 anos, moradora do bairro de Casa Amarela, procura homem de 40 a 50 anos, bem sucedido e livre blá blá blá…

Todo os pedidos vinham acompanhados desse requisito. Independentes da idade desejada, o bem sucedido era inevitável.

O melhor era o apresentador explicando o que era um homem bem sucedido: “é aquele tem uma ocupação, que tem condições de pagar despesas, fazer uma feira, ajudar a pagar um aluguel, pagar sua condução…” e por aí vai.

Todos os exemplos de bem sucedido eram nesse nível, com exemplos bem suburbanos. Foi até divertido enquanto durou (logo depois ele botou uma “música” de Daniel prá tocar - ARGHHH!!!).

Mas, aí, eu fiquei pensando: afinal, o que é uma pessoa bem sucedida?

Uma vez, um amigo me falou de uma teoria interessante: a de que, salvo não tenha nascido em berço de ouro, uma pessoa só alcança o nirvana do sucesso depois dos 50 anos: estabilidade financeira, maturidade para tomar decisões importantes na vida, paciência diante das reviravoltas inesperadas e etc.

Achei a teoria meio furada, pois conheço algumas pessoas que já chegaram nesses níveis com bem menos idade e que não nasceram em berço de ouro - ao contrário, ralaram um bocado prá chegar lá.

Por outro lado, ele me deu alguns exemplos de pessoas próximas prás quais as coisas aconteceram do jeitinho que a teoria descreve - inclusive a própria história dele foi assim.

Pela teoria dele, eu ainda tô um pouco longe do sucesso - ainda tenho uns bons oito anos pela frente.

De minha parte, acho que tudo depende das escolhas que você faz na vida. Quebrando a cara ali, levantando em seguida, caindo de novo e, assim, aprendendo com os erros e acertos.

E, no final das contas, ser bem sucedido é uma questão de ponto de vista; não tem nada a ver com dinheiro, posiçao social ou quantidade de bens.

Tem a ver com ser feliz com o que se conquistou e com a ambição saudável de ficar de bem com a vida.

Bem sucedido? Ainda não. Mas tô chegando lá, com muito trabalho, persistência e fé em Deus.

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O fim do aquecimento global…

…bem, pelo menos aqui em Recife.

Nunca senti um frio tão grande por aqui, onde as temperaturas, no inverno, nunca chegam abaixo dos 26 graus!

Ontem, saí no comecinho da noite para ir à padaria e confesso que o frio me incomodou - e olha que eu gosto muito de frio.

Realmente, começo a acreditar que o fim está próximo e que os ambientalistas estão certos ao afirmar que o planeta está desequilibrado.

Só discordo do discurso de que o planeta tá ficando mais quente. Eu acho que o que tá vindo por aí é um resfriamento global!

Até os pingüins já estão se mudando prá cá!

Viva! Não preciso mais me mudar para o Rio Grande do Sul ou prá Santa Catarina!

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