Macaxeira Geral

Um blog de raiz

Arquivo de July de 2008

Uma das minhas manias é vasculhar a internet e descobrir quais são as datas comemorativas de cada dia do mês em curso.

Tem comemoração prá quase tudo, quase todos os dias da semana. E as homenagens vão das mais comuns, como os dias dedicados a santos católicos e a profissões, às mais esquisitas, como o Dia da Vacina BCG (01 de julho), o Dia da Injustiça (23 de agosto), Dia do Mar (12 de outubro) e o Dia da Lembrança (26 de dezembro).

Hããã…no Dia da Injustiça é prá fazer o quê? Cometer uma injustiça contra alguém? Eu, hein!

Hoje, por exemplo, é o Dia Internacional do Orgasmo. A data foi criada por sex shops inglesas, que encomendaram uma pesquisa e descobriram que cerca de 80% das mulheres da Inglaterra nunca tinham chegado ao orgasmo (claro que a data também tem uma motivação comercial, né?).

Imediatamente eu lembrei de um site muito excitante, que mostra homens e mulheres tendo orgasmos. Mas não é um site pornográfico, como você deve ter pensado (até porquê a pornografia nem sempre é excitante). O objetivo aqui é mostrar a reação particular de cada pessoa no momento da “pequena morte”, como o orgasmo também é conhecido. Para isso, apenas o rosto da pessoa é focalizado.

O resultado é bastante interessante. Beautiful Agony é o nome do site. Visite, de preferência acompanhado (a) e divirta-se!

Como aperitivo, segue um pequeno vídeo com alguns orgasmos!

Ah, e goze o dia com responsabilidade, viu? Use camisinha!!!!

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Seja sincero: você assiste novela?

Eu me lembro de um tempo em que se um homem falasse que assistia novela, era logo chamado de mulherzinha.

O curioso é que, vez por outra, um desses “machões” que não assistiam novela deslizava e comentava alguma cena campeã de audiência - e vinha logo a desculpa: “é que eu tava zapeando e vi por acaso.”

Pois bem: eu assisto novela. E não vejo nada demais nisso.

Se uma universidade como a USP tem um Núcleo de Pesquisa de Telenovela, está provado que novela também pode ser um assunto sério.

A telenovela tem origem no folhetim, histórias em capítulos publicada em jornais, que sempre deixava uma situação em aberto, um gancho, que continuava no próximo capítulo.

O modelo passou, primeiro, para o rádio e com a chegada da televisão, não demorou a ser adaptada ao novo veículo. Em 1951, estreou a primeira telenovela brasileira: “Sua Vida me Pertence“. Desde então, a linguagem da telenovela evoluiu e a produção brasileira se direferenciou de tudo o que se faz no resto do mundo, adquirindo características próprias, o que contribuiu que a novela brasileira se tornasse um produto vendável (e rentável) no mercado do entretenimento mundial.

Por isso assisto novela. Claro que não vejo tudo: existem produções que não valem nem a energia gasta com a tv ligada. Tenho alguns clássicos preferidos, entre elas Que Rei sou Eu?, Brega e Chique, Guerra dos Sexos, Pantanal, Éramos Seis, Vale Tudo, Vamp

Atualmente, uma novela tem chamada a atenção: A Favorita, de João Emanuel Carneiro.

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As histórias em quadrinhos passaram por diversas revoluções desde o seu surgimento, há quase duzentos anos.

Em cada fase, podemos encontrar autores e suas respectivas obras que quebraram paradigmas, lançaram uma nova forma de abordar a linguagem, tornaram-se divisores de águas.

No final dos anos 1980, coube a um norte-americano e a um inglês sacudirem a indústria dos quadrinhos com duas hq’s que se tornaram emblemáticas, tidas até hoje como obras de arte que estabeleceram novas regras para se contar uma boa história.

O primeiro foi Frank Miller, com a sua The Dark Knight Returns, no Brasil Batman - O Cavaleiro das Trevas, que levou o personagem de Bob Kane, Bill Finger e Jerry Robinson a um novo patamar. Tudo de bom que Miller usou na história - que conta o retorno do velho combatente do crime após dez anos afastado das noites de Gotham - foi citado, copiado, replicado à exaustão por todo mundo, não importando o gênero.

O reflexo da abordagem do Batman feita por Miller chega agora no resgate da franquia no cinema, com Batman Begins e o mais recente Batman, O Cavaleiro das Trevas. Como personagem protagonista de histórias abertas, com uma personalidade marcante, dono de um rico universo de coadjuvantes, não é tão difícil fazer um bom filme do morcego (até o primeiro e segundo Batman, de Tim Burton,  são assistíveis).

O outro autor que subverteu os quadrinhos, mas de maneira mais profunda, foi o inglês Alan Moore.

Tido como um dos maiores escritores de quadrinhos da atualidade (e é verdade!), Alan Moore será sempre lembrado por Watchmen, máxi-série em 12 capítulos que é uma verdadeira aula de como escrever uma história pós-moderna.

Watchmen é cheia de camadas, histórias dentro de histórias, colagens e referências à cultura pop, à política, ao mercado de quadrinhos, aos anos 80. Sua influência até hoje é sentida no mercado, que durante muito tempo buscou um novo “Watchmen”, sem conseguir.

Algumas das melhores histórias de super-heróis que vieram em seguida, sem a mesma profundidade e impacto, no entanto, são filhas diretas da série de Alan Moore, como A Era de Ouro, de James Robinson e Paul Smith; e O Reino do Amanhã, de Mark Waid e Alex Ross.

Com o novo hype hollywoodiano de adaptar personagens e álbuns de quadrinhos para a tela grande (com erros e acertos), a pergunta que vez ou outra voltava à tona era: e Watchmen, vai ser adaptado ou não?

Sempre tive medo ouvir a resposta “Sim, ele vai ser adaptado”. Por um simples motivo: como transpor para um filme, mesmo que ele tenha a temerária duração de três horas, todas as entrelinhas daquela história? Se não fosse uma trilogia (ou mais), como o Senhor dos Anéis, não haveria como. Eu pensei que eles iam desistir.

Mas eis que surge Zack Snider, incensado por ter feito 300, que é uma boa transposição de uma hq para o cinema, e pronto: adaptação confirmada.

Abaixo, o teaser-trailer da empreitada:

Tudo parece ok, certo? As roupas, a fiel transcrição dos quadrinhos, a narrativa, a ambientação, os cenários, as cenas de rua… O Dr. Manhattan está perfeito, Rorschach idem; o Comediante ficou a cara e os tons mais sombrios dos uniformes de Ozymandias e Nite Owl cairam bem.

Esse é o problema: tudo parece perfeito demais.

Não vou aqui dar uma de “não vi e não gostei”. Claro que vou assistir. Não acho que os trabalhos de Alan Moore sejam infilmáveis; o problema é que eles foram MAL FILMADOS, com excessão de V de Vingança, que é uma boa adaptação da série em quadrinhos e ainda consegue ser um bom cinema, inteligente e inteligível mesmo para quem nunca leu a hq.

Mas o velho bruxo inglês termina tendo razão em ser tão chato quando vemos coisas como A Liga Extraordinária e Do Inferno. Espero que nunca tentem fazer uma adaptação de Lost Girls.

Watchmen não é só uma história em quadrinhos. É uma das melhores obras literárias de ficção do século XX. Adaptar, em duas horas, uma das mais complexas obras já publicadas, é temerário.

Vamos ver no que isso vai dar.

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Hoje, além da ansiedade normal de final de final de semana (o passar das horas no domingo é angustiante), tem a ansiedade de final de férias.

Amanhã volto a trabalhar Terça-feira volto a trabalhar (tô descontando um dia de trabalho extra da semana passada) e já na sexta-feira volto às atividades das faculdades onde leciono (reunião inicial, oficina pedagógica e outras burocracias comuns).

Na segunda-feira seguinte, 04 de agosto, voltam as aulas. Apesar de quase oito anos lecionando, todo início de semestre dá um friozinho na barriga - principalmente quando tem turma nova.

Vamos ver o que vem pela frente.

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Participei do concurso do blog SmileHappy, do Yeltsin Lima, com uma resenha sobre o mesmo e voilá! fiquei em primeiro lugar!!!

Com o resultado, eu ganhei um iPod Shuffle 2GB Red Edition, que vem a ser o meu primeiro aparelho Apple!

Agora vou poder comprovar tudo o que falam desses players, como qualidade sonora e usabilidade.

Queria agradecer ao Yeltsin pelo prêmio e desejar vida longa e próspera pro SmileHappy! Se você quer informação com conteúdo, dá uma passada por lá! Tenho certeza que você vai gostar e não vai deixar de acompanhar o blog feliz do Yeltsin Lima!

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P.S.: Saí correndo a pouco prá ver a tv pois escutei o foguetório por aqui e deduzi logo: gol do Sport, claro!

Mas dois minutinhos depois o Goiás empatou!!! : (

Vamo ver se no segundo tempo o Sport dá a volta por cima!

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Meu pc tá indo de mal a pior. Depois dos problemas em um dos hd’s, em janeiro passado, a coisa parecia ter voltado ao normal. Mas desde o mês passado que, de vez em quando, o pc dá umas travadas, fica reiniciando do nada e umas duas vezes apareceu uma tela azul com alguns hieróglifos (pelo menos prá mim, que não entendo muito bem as entranhas de um pc), como PAGE_FAULT_IN_NONPAGED_AREA ou BAD_POOL_CALLER, mais um monte de números logo depois da palavra STOP: 0×000000C2 ou 0×00000050 e por aí vai.

Já passei antivírus, spyboot, Ccleaner, Advanced WindowsCare, verifiquei os cabos de conexão, limpei o disco, desfragmentei, verifiquei os erros do volume, xinguei o inventor do computador, fiz promessa…ufa!

Tem dias que ele funciona que é uma beleza, sem dar pau hora nenhuma. Mas tem outros em que ele acorda com mau humor e só faz o que quer.

Preciso levar o bixim urgentemente para um check-up.

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Depois de quase um ano no ar, só agora tô experimentando colocar propaganda no blog. Comecei com o básico, o Adsense. Agora, me afiliei ao Submarino. Estou tentando implantar o HotWords e hoje me cadastrei no Boo-Box, depois de ouvir muita gente no blogverso falando bem do serviço.

Como as visitações aqui são poucas, não sei em que vai dar isso. Se der uma grana que dê para pagar pelo menos a hospedagem, já tá de bom tamanho.

Quando eu juntar meu primeiro valor “pagável” (que varia de um serviço para outro) e receber o mesmo, quem sabe não rola uma promo por aqui?

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Uêba! O Sport bateu o Goiás por 2 x 1 e dá uma respirada no Campeonato.

O Santa Cruz empatou e pelo visto se garantiu para a próxima fase da série C. Imagina se perde e cai prá quarta divisão em 2009?

Tenham uma boa semana.

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Uma das primeiras lições que tive sobre economia foi na escola primária, numa aula que lembro até hoje: utilizando um livro ilustrado que mostrava o dia-a-dia de uma pequena vila situada numa ilha, a professora nos ensinou sobre a origem do comércio e do dinheiro.

A imagem que me fascinou e ficou impressa na memória foi a que exemplificava o funcionamento do sistema de trocas na pequena vila: as pessoas que produziam alguma coisa trocavam parte de sua produção por produtos de outra pessoa, e essa trocava com outra, num ciclo interminável.

Assim, quem plantava milho trocava parte da produção por arroz produzido pelo vizinho, ou pelo serviço do médico da cidade. Na minha infância, eu achei isso fantástico: não era preciso possuir dinheiro para se ter as coisas.

Mas esse sistema foi ficando complicado - hoje em dia, o que você ofereceria para a Apple te dar em troca um iPod Touch?…

Aí surgiu o dinheiro. E com ele, a livre iniciativa e a livre concorrência.

E também a propriedade privada, o acúmulo de riquezas e a má distribuição de renda. E o capitalismo tomou conta do mundo. Hoje, se você não tem dinheiro suficiente (ou nenhum), não tem nada.

Partindo dessa constatação, quem poderia prever que em pleno século XXI, no meio desse capitalismo selvagem, existiriam empresas que disponibilizariam seus produtos gratuitamente, para quem quisesse?

Pois é assim o mundo do software livre: empresas criam programas e serviços e distribuem gratuitamente; desenvolvedores aperfeiçoam os mesmos e todos saem ganhando - inclusive as empresas, que recebem doações voluntárias do mundo todo.

Exemplos de iniciativas opensource? Wikipedia, Creative Commons, Jquery, Openssh, Python Brasil...você pode fazer doações diretamente a eles, ou se preferir, participar de um concurso e ajudar indiretamente esses projetos. Quer saber como?

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

O Augusto Campos já faz esse tipo de doação regularmente e a promoção tem como objetivo estimular outras pessoas a colaborarem com esses ou outros projetos opensource.

Uma bela iniciativa que merece ser seguida.

Ainda dá tempo de participar! Faça seu post, se inscreva na promoção e boa sorte.

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Why so serious?

Variações sobre um mesmo tema…

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Que fim levou o Robin?

Com a estréia do aguardado Batman, O Cavaleiro das Trevas, segundo filme do revival do morcegão pelas mãos do diretor Cristopher Nolan, veio à tona a seguinte questão: o Robin terá vez nessa nova série?

A primeira voz a se levantar contra a idéia foi a do ator Christian Bale, que interpreta o morcegão. Ele chegou a dizer que se essa idéia fosse adiante, ele abandonaria o barco.

Pelas experiências anteriores da participação do menino-prodígio nos filmes do Batman (aquelas bombas dirigidas por Joel Schumacher) dá prá ficar assustado. Mas no meio dessa discussão toda, ainda não vi ninguém dando um bom argumento, seja a favor ou contra a aparição do personagem na franquia cinematográfica.

Mas, afinal, qual a função do colorido e juvenil Robin para um personagem sombrio e amargurado como o Batman? Como é que esse pivete surgiu? Quantas pessoas já assumiram o manto do Robin? Vale a pena enfiar o garoto no próximo filme do morcegão? Afinal, que fim levou o Robin?

Batman, o vigilante impiedoso e o garoto do circo

Quando surgiu, em 1939, o Batman era um personagem muito diferente do que conhecemos hoje, principalmente por um detalhe: ele matava!

Se hoje o morcegão é totalmente avesso à armas, naquele tempo ele era um vigilante que não tava nem aí prá saúde dos seus inimigos - e ele usava uma pistola!

Enquanto o Super-Homem, que no início também não tinha essa preocupação em preservar a vida de seus inimigos, logo se tornou um exemplo de bondade a ser seguido, o Batman era um personagem muito violento e sombrio para o público-alvo daquele contexto histórico: as criancinhas.

Para amenizar a violência do personagem e deixá-lo mais atraente para o público infantil (além de lhe dar um interlocutor para que ele não passasse as histórias pensando demais ou falando sozinho), Bob Kane, Bill Finger e Jerry Robinson criaram o Robin, um dos mais importantes personagens do universo do Batman.

Robin (o garoto Richard Grayson) apareceu na revista Detective Comics #38 (1940) e o que mais chamava atenção eram as cores do seu uniforme: amarelo, verde e vermelho, que constrastavam violentamente com os tons sombrios do Morcego. Ele fazia parte de uma família de trapezistas chamada Os Graysons Voadores. Quando seus pais foram assassinados em plena apresentação, Bruce Wayne o acolheu em casa e tornou-se seu tutor. Ao resolver o caso e punir o assassino do menino, Batman ofereceu a ele a chance de se tornar seu parceiro na luta contra o crime. Surgia uma lenda.

Dos anos 40 até o final dos anos 60, Batman e Robin (e todos os demais personagens de sua galeria) estavam longe da seriedade - principalmente nos anos 60, quando a série de tv estabeleceu uma nova abordagem, transformando todo o universo do personagem em piada.

Mas foi graças a essa série galhofa que o personagem voltou à mídia. E daí, despertou o interesse da DC Comics em resgatar as origens do personagem, o que veio a acontecer nos anos 70, com a excelente fase de Dennis O’Neil, Neal Adams e Dick Giordano.

Embora pareça estranho um cara sisudo e sombrio andar prá cima e prá baixo com um garoto de calças curtas e cores alegres, diversos roteiristas começaram a criar toda uma aura ao redor do Robin, transformando-o num elemento imprescindível nas histórias do morcego, fazendo até com que os leitores esquecessem o ridículo uniforme.

Dick Grayson cresceu e criou independência. Tornou-se líder do grupo de heróis juvenis Novos Titãs. O Batman passou a agir sozinho, como no início da carreira. Depois de uma série de aventuras, Robin deixou de existir e Dick assumiu a identidade do Asa Noturna, que mantém até hoje.

Robin II: morte em família

O segundo Robin foi Jason Todd. Ele era um garoto de rua e foi descoberto pelo Batman quando tentava roubar os pneus do Batmóvel. Invocado, o garoto, não?

Logo depois, Batman treina o rapaz e oferece a ele a chance de ser o segundo Robin. Impulsivo e rebelde, o personagem não caiu nas graças do público, que numa votação por telefone decidiu que o mesmo deveria partir dessa prá melhor.

Isso aconteceu na história Morte em Família, onde o Coringa mata o menino-prodígio de forma brutal (se bem que Jason Todd voltou dia desses do mundo dos mortos…)

Depois do trauma da morte de Todd, Batman decide que nunca mais vai arriscar a vida de outro jovem no papel de Robin (Dick Grayson levou um tiro e ficou à beira da morte numa história dos anos 70).

Bem, tava na cara que isso não ia durar muito tempo.

Robin III: o melhor

Tim Drake foi introduzido no universo do Batman de forma retroativa: ele presenciou a morte dos pais de Dick Grayson no circo e a partir daí, começou a interligar todos os eventos ligados a Bruce Wayne, Batman e Robin, deduzindo que o milionário de Gotham e seu pupilo eram, na verdade, os super-heróis.

Anos depois, durante uma saga onde o Batman está fora de controle, atormentado pelas tragédias de sua vida, Tim Drake aparece com a missão de devolver a sanidade ao morcego e para isso convoca Dick Grayson para ajudá-lo.

Depois dessa série, Tim Drake tornou-se o terceiro Robin, mas só estreou ao lado do Batman depois de um árduo treinamento. Por isso, juntando suas habilidades naturais de dedução e conhecimento de computação com os ensinamentos daqueles que ensinaram tudo ao Batman (artes marciais, luta de rua, estratégia, etc…), ele tornou-se o mais completo dos parceiros do Morcego, suplantando até o primeiro de todos, Dick Grayson.

Recentemente, durante a saga Crise de Identidade, o pai de Tim foi assassinado e ele foi adotado por Bruce Wayne. Depois de um tempo sem atuar como Robin, ele já voltou a ativa.

Robin de saias (não é o que você está pensando)

Stephanie Brown era filha de um vilão da DC chamado Mestre das Pistas e decidiu atuar como a heroína Salteadora.

Quando Tim Drake se afastou temporariamente do cargo pelo fato do seu pai ter descoberto sua identidade secreta, ela assumiu temporariamente o posto de Robin, numa alusão à garota Carrie Kelley, que foi a Robin da mini-série O Cavaleiro das Trevas.

Mas sua passagem durou pouco e a menina morreu durante a saga Jogos de Guerra.

Carrie Kelley foi a última Robin e atuou ao lado do Batman sessentão da mini-série Dark Knight Returns, de Frank Miller, que acontece num futuro alternativo.

E no cinema, dá certo?

Acredito que toda essa celeuma em torno da inclusão ou não do Menino-Prodígio na seqüência de Batman- O Cavaleiro das Trevas tem que ser analisada do seguinte ponto de vista da adequação à mitologia/design dos filmes feitos até agora. Sendo assim, acho que ele é perfeitamente aceitável se:

- for um personagem que passe o realismo que tem dado o tom dos filmes até agora;

- seu uniforme fugir do tradicional e usar os mesmos tons sombrios dos filmes (deixem os nerds xiitas de plantão xingarem à vontade);

- ele não ficar falando “Santa seriedade, Batman!” a todo instante;

- ele não se comportar como um adolescente mimado;

- ele for interpretado por um ator competente.

Seguindo essas regrinhas, eu acho que dá samba. O personagem tem histórias solo marcantes, que podem ser utilizadas como base para sua inclusão. Nem que seja para uma breve apresentação que abra caminho para um filme solo do personagem, que mostre seu amadurecimento até sua transformação no Asa Noturna, outro ótimo personagem do univeso do Batman.

E você, o que acha de toda essa polêmica?

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Amanhã começam minhas férias integrais! Embora sejam apenas cinco dias úteis, estava contando as horas para elas começarem.

E apesar da bela imagem acima, não, eu não vou a Porto de Galinhas. Mas como ia iniciar o posto falando sobre férias, tinha que ter uma imagem à altura, não é? ; )

E depois desta semana, começam as reuniões nas faculdades, planejamento do semestre letivo, preparar material, etc, etc, etc. Tenho que aproveitar (se alguém souber uma receita de férias sem dinheiro, manda que eu tô precisando).

Vou ver se pelo menos atualizo minhas leituras, assisto meus dvd’s atrasados e vou ao cinema.

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Recebo muitos e-mails de lojas com promoções e novidades. Até pensei em cancelar alguns, mas acho interessante prá ver o que tá chegando e comparar preços.

Vejo, principalmente, seções de equipamentos e gadgets eletrônicos, além de cd’s, dvd’s e livros.

Mas confesso que vivo me surpreendendo mesmo é com os lançamentos de eletrônicos. E morro de rir quando vejo chamadas como “lançamento exclusivo: MP5 com touchscreen!“.

Como assim, MP5? Lançaram um novo formato de compressão de áudio/vídeo e não me avisaram? : )

A lógica adotada é a seguinte: se o MP3 é só áudio e o MP4 é áudio e vídeo, qualquer outra funçãozinha adicionada ao gadget acrescenta mais um algarismo depois do MP.

Vejam só que aparelho sensacional eu descobri numa dessas lojas:

Este brinquedinho aí em cima é um MP8. Isso mesmo que você leu: MP8!

Vejam só as funções do bichim…

  • MP3
  • MP4
  • Manuseio prático
  • Envia SMS por grupo
  • Gravador de voz
  • WAP
  • Escrita na tela (como Palm)
  • Bluetooth
  • Internet GPRS
  • MMS
  • E-book
  • Discagem IP
  • Agenda
  • Calendário
  • Calculadora
  • Conversor de unidades
  • Taxas de câmbio
  • Bloco de notas
  • Horário mundial
  • Tamanho do LCD: 1,3 polegadas, de 260 mil cores, 128 x 160pixel
  • Vídeo: Suporta 3GP, MP4
  • Visualização em tela cheia
  • Toques: 64 sons
  • Formato: MP3, MIDI
  • Frequencia de Operação: GSMDesbloqueado
  • Música:Tem equalizador, autofalante comvolume alto e bons efeitos sonoros
  • Idiomas do Menu: Português, Inglês, chinês, espanhol, italiano, Russo, Turco
  • Memória Rom:Possui em 128MB, não expansível
  • Transferência de dados: U disc, Cabo USB de dados e Bluetooth A2DP
  • Visualizador deFotos: JPEG, GIF
  • Agenda Telefônica: 500 contatos
  • Mensagens & Messaging Multimedia: Suporta SMS e MMS
  • Função ligar / desligar: Pode programar para ligare desligar automaticamente
  • Despertador: Programe até 5 horáriospara despertarcom sons diferentes
  • Jogo: Intelligent Puzzle
  • Frequencia de Operação: GSM
  • Desbloqueado

*Produto resistente ao suor do corpo, mas não é prova dágua (buahuahuahuahua…)

Impressionante, não? E tudo isso num relógio (é, ele é um relógio) que tem as dimensões 6,1 X 4,0 X 1,6!

Me expliquem como é que uma pessoa vai “escrever” numa tela de 1,3′? Quantas músicas cabem em 128MB?

Com todos esses “recursos”, a bateria do relógio incrementado só agüenta TRÊS HORAS!

Sei não…

O pior ainda está por vir: o valor que estão cobrando por esse avanço tecnológico é SUPERIOR ao de um iPod Touch de 8GB, vendido na MESMA LOJA!

Toma, Apple! Quem manda não incrementar seus produtos? :P

Fico só imaginando aquela pessoa que compra isso e sai mostrando pros amigos, todo pimpão, achando que fez o melhor negócio do mundo!

Isso tá me cheirando a mais uma TekPix da vida…

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Amanhã, fazem quarenta anos da conquista do Hexacampeonato Pernambucano pelo escrete do Clube Náutico Capibaribe, feito esse que até a presente data não foi igualado por nenhum outro time do Estado de Pernambuco (o Sport correu atrás, mas ficou no penta).

Mas o porque eu, um rubro-negro espada, estou falando do Náutico?

Porque me lembrei de uma amiga que ficou me zoando quando o Sport foi campeão da Copa do Brasil, este ano: “Ih, os rubro-negros vão ficar o resto da vida enchendo o saco por causa dessa Copa do Brasil!

Aí eu devolvi: “Engraçado, vocês foram hexa há quarenta anos e vivem repetindo isso todo dia!

Aí eu lembrei prá ela da histórica derrota do Náutico para o Grêmio na já eternizada Batalha dos Aflitos, uma das partidas de futebol mais emocionantes e hilárias que já assisti na vida.

Prá mim, o Náutico será sempre lembrado por causa dessa partida…

E por falar no meu Sport (que anda meio mal das pernas), hoje ele teve um gol garfado injustamente e terminou perdendo o jogo contra o Santos, que tá na lanterninha! Assim não pode, assim não dá! Como a gente vai ser campeão desse jeito?

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Preciso urgentemente fazer um curso de Wordpress, html, CSS, PhP e por aí vai. Quando inventei esse negócio de ter blog, pensei que tudo seria WYSWYG, mas tem coisas que só vai no código.

E confesso que estou apanhando em algumas coisas. Descobri que preciso mudar o meu tema, pois ele não tem suporte a widgets; e algumas coisas que quero implantar por aqui precisam disso. Aí, comecei a correr atrás de um tema legal, mas são tantas opções que você termina ficando mais confuso ainda, pois além do design, tem que ver funcionalidade, XML válido e outras sopas de letrinhas mais.

Sou um pouco desinteligente prá isso, mas com tempo e dedicação eu aprendo. O problema é ter o tempo…

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Meu filho chega amanhã de Sampa, direto do Anime Friends. A saudade já não cabe aqui dentro. Uma semana que pareceu um mês! Imagina quando ele for dar a volta ao mundo, sonho que tem desde a infância?

Tenham uma boa semana! E prá quem tá de férias como eu, ALOHA!

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Vídeos Incríveis é um programa norte-americano que passa na Band. O objetivo é mostrar cenas impressionantes de acidentes, perseguições policiais, ataques de animais, desastres naturais e por aí vai.

É comum o programa mostrar vídeos com a polícia norte-americana perseguindo algum bandido pelas auto-estradas do país. Na maioria das vezes, o fugitivo é capturado ou então se dá muito mal quando seu automóvel se despedaça ao bater de frente com um muro, poste, trem ou outro veículo.

O que mais impressiona nesses vídeos é que, em nenhum momento, a polícia dispara um ùnico tiro para deter o fugitivo; quando o faz, é mirando nos pneus do carro para abortar a fuga.

Quando o carro pára, os policiais repetem aquele velho ritual que a gente cansou de ver nos filmes: armas em punho, semi-agachados, gritando para o bandido sair do carro de mãos para o alto. Eles dão chance para o cara se entregar numa boa. Se o bandido idiota reage, aí sim a polícia atira. Simples, não?

Eles não cometem erros? Claro (veja o caso Rodney King)!

Mas se comparados com a polícia brasileira, a polícia norte-americana praticamente não erra.

Porque não consigo (e acho que ninguém neste país) entender os motivos prá tamanha brutalidade por parte daqueles que juraram servir e proteger. Como se não bastasse o caso do garoto João Roberto, morto numa abordagem policial digna de um filme de terror no Rio de Janeiro no último dia 06, a polícia do Paraná encenou tragédia semelhante, ao disparar por engano contra o carro da jovem Rafaeli Lima no último domingo (13/07). A jovem morreu.

Virou bang-bang. Atire primeiro e pergunte depois. Despreparo total da polícia, desculpas esfarrapadas dos dirigentes, impunidades…

O pior que isso não é uma coisa nova.

O desenho que ilustra este post é uma versão atual de outro que fiz, acho que a uns dez anos atrás, para participar de um concurso de cartuns. Como não encontrei o original aqui no meu caos rotineiro, refiz.

O cartum/charge foi inspirado em mortes de inocentes provocadas por “acidentes” cometidos por policiais, no final dos anos 90!

Infelizmente, neste país, as coisas ruins parecem que nunca mudam.

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Ué, e o juramento de Hipócrates?

Tudo bem que o salário que os médicos recebem do governo de Pernambuco é uma piada; que, assim como os professores, eles têm que correr de um trabalho pro outro para poder ter um salário melhor (embora ganhem mais do que os professores).

Eu acho que eles têm direito de protestar; eu acho que eles têm o direito de fazer uma paralisação, desde que a mesma seja consciente, que não prejudique mais as pessoas que dependem do serviço público de saúde.

Agora, a greve e a ameaça de demissão coletiva é mais um reflexo da falta de compromisso de alguns profissionais, principalmente se este compromisso mexe com VIDAS.

Será que nenhum sindicato desse país aprendeu uma maneira inovadora de protestar contra baixos salários e péssimas condições de trabalho?

Porque toda paralisação termina por prejudicar justamente aqueles que mais precisam de serviços essenciais como educação, saúde, transporte coletivo.

É mais uma prova do que o Bruno Pedrassani disse em seu post: Brasileiro não sabe fazer greve. Quando estão reinvindicando (justamente) seus direitos, esquecem dos seus deveres e dos direitos dos demais.

Meu pai, que é aposentado e está passando por exames relacionados à próstata, não tem plano de saúde e depende do sistema público. Ele fez um exame em janeiro deste ano, que só foi entregue mês passado! Quando foi mostrar ao médico de plantão, o mesmo disse: “o senhor tem que ir a um urologista para ele solicitar uma biópsia da próstata”. Meu pai: “o senhor não pode encaminhar essa solicitação?” Médico: “não, tem que ser um urologista e não temos urologistas aqui.” Meu pai: “quer dizer que eu tenho que me virar?” Médico: “isso mesmo: o senhor vai ter que se virar. Boa tarde.”

<revolta> Com certeza, esse médico também está pedindo aumento e ameaçando pedir demissão. Pois por mim ele pode ir que não vai fazer falta nenhuma </revolta>

Essa é a situação em que se encontra a saúde desse país.

Os médicos merecem melhores salários e melhores condições de trabalho, mas  sem que isso venha a penalizar justamente aqueles que mais precisam. Só prá não esquecerem, vai abaixo o juramento que fazem ao saírem das faculdades:

JURAMENTO OFICIAL DO CURSO DE MEDICINA

Juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade. Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade. A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação. Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos. Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza. Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.

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