E lá se foram as festas juninas. E os últimos feriadões do ano – quer dizer, agora só no dia 24 de dezembro, que cai numa quarta-feira!

Hoje se comemora o Dia de São Pedro, que alguns anos atrás era um belo feriado.

Nunca esqueço minha avó dizendo que muitos feriados católicos foram extintos pelo presidente Castelo Branco e que foi por isso que ele morreu num acidente de avião: foi um castigo dos santos prejudicados!

Como eu era garoto, nunca atinei para o fato de que os demais ocupantes do avião também morreram – seriam todos culpados?

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E lá se vão seis meses do ano assim, num piscar de olhos!

Mas esse ano tá passando rápido, né mesmo?

Essa é a frase que mais escutei ultimamente – e terminei falando também.

Virou um clichê esse negócio de que o tempo hoje em dia passa mais rápido do que antigamente.

Acho que isso é um reflexo da sociedade hiper-mega-rápida que temos hoje, com a tecnologia correndo na frente e todo o resto correndo atrás, tentando pegar o trem.

O tempo é uma coisa pessoal, ele acontece de maneira diferente para cada um.

É a pós-modernidade que comprime o espaço-tempo e acelera as subjetividades randômicas dos indivíduos imersos nesse cadinho contemporâneo, reflexo de um capitalismo selvagem que cobra de todos uma agilidade no pensar, no agir e no fazer…”, diria um acadêmico pós-moderno.

Mas que parece correr mais rápido, parece…

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Parei minhas tarefas para escrever essa crônica dominical. Mas o dever ta ali, me butucando com o canto do olho e me chamando prá batalha! O pior é que, como sou uma anta mesmo, perdi as instruções básicas prá fazer o que tenho que fazer – na verdade, eu não salvei no pc, nem no pendrive e só deixei um feed no meu Netvibes. Adivinhem: o endereço não existe mais!

Um dia, esse meu esquecimento de fazer backup das coisas importantes ainda vai me dar dor de cabeça (pelo menos o backup automático do blog eu já providenciei).

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Final de junho, cheiro de férias no ar. Quer dizer, pelo menos de meias-férias, pois continuo meu trabalho principal, de onde só tiro férias em janeiro.

Mas só em descansar de sala de aula, correção de provas, monografias e projetos de pesquisa e alunos dando desculpas por um mês já ta de bom tamanho.

Falando em desculpas de alunos, a mais criativa que escutei, pelo menos até este semestre, foi: “Professor, não vou poder entregar o meu trabalho hoje porque o meu cachorro comeu o disquete!

E o salário, ó!!

 Prá finalizar os festejos juninos, vai um texto do crítico musical do Jornal do Commercio, aqui de Recife/PE, José Teles, sobre a atual e sofrível qualidade (?) das músicas de forró cantadas por aquelas bandas mais conhecidas como “fuleiragem”. Divirtam-se!

 

Tenham uma boa semana!

 

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